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19/10/2017

Escritora ouro-pretana é premiada em concurso nacional

Jornalista e cronista, a ouro-pretana Blima Bracher foi premiada no mais tradicional e antigo concurso de literatura do Brasil: o Prêmio Sesc de Literatura, na Categoria “Crônicas Rubem Braga”. Saiba mais...

Jornalista e cronista, a ouro-pretana Blima Bracher foi premiada no mais tradicional e antigo concurso de literatura do Brasil: o Prêmio Sesc de Literatura, na Categoria “Crônicas Rubem Braga”. A autora concorreu com “Cana na Bahia, ouro em Minas” e “ Me desculpa, Tiradentes”. As obras serão publicadas pelo Serviço Social do Comércio.

A festa de premiação ocorreu dia 26 de setembro em Brasília. Em abril deste ano, Blima também foi destaque pela Academia juiz-forana de Letras, com a crônica “O Castelinho bem assombrado”, na qual conta a trajetória do Castelinho dos Bracher, reduto cultural e artístico de Juiz de Fora, e casa onde reside sua família paterna.

“Estes prêmios me deram ânimo e a certeza de que estou no caminho certo”, conta a mineira. “Desde criança, meu pai sempre dizia que um dia eu seria escritora”, lembra a jornalista. “Ele comprava cadernos coloridos e me dava no Natal, mas nunca consegui sair da primeira página, que ainda arrancava com vergonha do que escrevia”, diz.

Filha dos artistas plásticos Carlos e Fani Bracher, Blima foi criada em Ouro Preto, de onde saiu aos 17 anos para cursar Comunicação Social na UFMG. Como jornalista, atuou dez anos em TV, com passagens pela Rede Minas; Rede Globo na Zona da Mata e Vale das Vertentes; e Band Minas, onde foi repórter de rede e apresentadora. Blima também foi editora da revista Encontro, onde assinava a coluna de gastronomia, tendo sido responsável pela publicação Encontro Gastrô por quatro anos.

“A vida nos prega peças e, quem diria, que eu iria me casar e voltar para Ouro Preto?”, conta a mineira, que se casou há quatro anos com o proprietário do Pouso do Chico Rei, Ricardo Correia de Araújo. “Confesso que ao voltar para Ouro Preto fiquei perdida. Então criei meu site de eventos, cultura e gastronomia, o blimabracher.com. Também dirigi quatro documentários, entre eles, “Ouro Preto – Olhar Poético”, diz. A cidade também aflorou nela a vontade de escrever. “Voltar a Ouro Preto aflorou em mim coisas guardadas desde a infância. Me lembro que um dia, do nada, acordei e escrevi três crônicas de uma vez. Meus textos nada mais são que reminiscências e observações sobre a vida que coloco no papel com algum perfume”, diz.



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