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11/11/2019

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Maria Clara Rigotti Giordano está entre os cem jovens da jornada mundial pela Fome Zero

O Youth Ag-Summit é um programa que se tornou um movimento mundial que reúne, a cada dois anos, 100 jovens talentos de todo o mundo, com idades entre 18 a 25 anos, para desenvolverem soluções e buscarem respostas para uma das questões mais desafiadoras da sociedade: como alimentar um planeta faminto de uma maneira mais sustentável. Saiba mais...

001 Giordano

001 Mundo Da Lata

O planeta enfrenta o desafio de alimentar uma população em expansão - prevista para atingir quase 10 bilhões em 2050 - com menos recursos do que nunca. Para fazer isso de maneira sustentável, são necessárias novas soluções. Ideias e inovações que levam em consideração as realidades cotidianas da agricultura, produção agrícola e consumo de alimentos. Propostas que transformarão os desafios de hoje em oportunidades de amanhã.

Com esta filosofia foi lançado em 2013, o Youth Ag-Summit, um programa que se tornou um movimento mundial que reúne, a cada dois anos, 100 jovens talentos de todo o mundo, com idades entre 18 a 25 anos, para desenvolverem soluções e buscarem respostas para uma das questões mais desafiadoras da sociedade: como alimentar um planeta faminto de uma maneira mais sustentável.

As edições anteriores foram realizadas no Canadá, Austrália e na Bélgica, e o fórum 2019 será o primeiro realizado na América Latina, no Distrito Federal, entre os dias quatro a seis de novembro.

Neste ano, de 2800 inscrições de 140 países, 100 foram selecionados para participar da cúpula. Entre eles está a barbacenense, Maria Clara Rigotti Giordano, de 23 anos. A estudante foi selecionada, entre participantes de vários países, para representar o Brasil na cúpula internacional. O evento será realizado junto com outros 99 delegados de países como: Estados Unidos, Inglaterra, China e França. Os delegados também se comprometem com o programa “The Youth Ag Pledge”, que tem a proposta de defender a agricultura moderna e criar consciência dos desafios e soluções para alimentar um planeta faminto, criando mudanças positivas em suas próprias comunidades.

“Minha ideia é incorporar o sistema de aquaponia na proteção da mulher em situação de risco, criando empregos e certificação de aprendizado, gerando renda e independência para estas mulheres. A minha vontade é que este projeto tenha o mesmo alcance de outros programas nacionais de proteção às mulheres, como a Casa Abrigo e a Lei Maria da Penha”, destaca a estudante.

O sistema de aquaponia utiliza peixes e plantas em harmonia, sendo a junção da hidroponia com a piscicultura. A amônia excretada pelos peixes é transformada em nitrato, através da ação de bactérias. Este elemento passa pelas raízes das plantas junto com a água e outros nutrientes, criando um ambiente de alto crescimento e sustentabilidade. Esse sistema utiliza 90% menos água que uma plantação comum, e as plantas crescem 20% mais rápido. A água é filtrada pelas plantas, e volta para o tanque de peixes limpa, sendo um sistema circulatório sem perdas e sem geração de poluentes.

Quer saber mais sobre o programa? Acesse https://www.youthagsummit.com/home/ 


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