Filme de cineasta barbacenense concorre em Gramado

"Aqueles Cinco Segundos" traz uma ficção sobre um casal de amantes que descobrem, após anos juntos, que nunca se beijaram. Leia mais...

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Filme de cineasta barbacenense concorre em Gramado

Depois de ser exibido na Mostra Internacional de Cinema de Tiradentes, no início deste ano, e no renomado Festival de Cinema de Cannes, na França, em maio, o curta “Aquele Cinco Segundos”, que tem direção do ‘barbacenense’ Felipe Saleme, foi selecionado para a 44ª edição do Festival de Cinema de Gramado, que vai até o dia 3 de setembro, no Rio Grande do Sul.

"Aqueles Cinco Segundos" traz uma ficção sobre um casal de amantes que descobrem, após anos juntos, que nunca se beijaram. O filme de Saleme apresenta uma trama divertida, com atores muito elogiados.

Segundo o diretor, “não existe nada mais intenso do que os cinco segundos que antecedem o primeiro beijo”. E ainda provocou: “Lembrem-se disso na hora de seus próximos beijos!”. Os atores, Gabriel Godoy e Luciana Paes, contracenam em apenas uma locação: um quarto de motel. “Foi uma delícia ver aqueles dois brincando naquela cama”, disse. Além disso, ainda contou que a direção tornou-se muito simples, graças à química entre os atores: “Eu brincava que meu único papel era dizer ‘ação’ e ‘corta’”.

Felipe Saleme, que reside em Juiz de Fora, morou em Barbacena e foi integrante do grupo Ponto de Partida. Com roteiro de Tairone Vale e com duração de quinze minutos, o enredo se passa em um quarto de hotel. Após mais um encontro furtivo no meio da semana, dois amantes, após dois anos de relação, descobrem que nunca se beijaram. É uma história de amor do fim ao começo. Os atores são Luciana Paes e Gabriel Godoy. O curta-metragem foi bem recebido pela crítica especializada, além de selecionado para uma mostra internacional e duas das principais mostras cinematográficas do país. 

O Festival 

A trajetória do Festival de Cinema de Gramado acompanhou todas as fases do cinema nacional. Em 1992, com a internacionalização, o evento também passou a fazer um panorama da produção ibero-americana, ampliando seus horizontes cinematográficos. Agora, fortalece a cada ano o título de maior festival de cinema ininterrupto do Brasil, sempre se adaptando a novas tendências do audiovisual e trazendo os novos olhares de um cinema brasileiro contemporâneo e em constante mudança.

 

Mesmo com as necessárias mudanças, a essência permanece, já que, em quatro décadas, o Festival de Cinema de Gramado foi palco de momentos significativos para a história e a afirmação da arte cinematográfica no país. Tudo começou em 1973, quando o evento foi oficializado pelo Instituto Nacional de Cinema. A primeira edição, que surgiu da união da Prefeitura Municipal de Gramado com a Companhia Jornalística Caldas Júnior, a Embrafilme, a Fundação Nacional de Arte e as secretarias de Turismo e Educação e Cultura do Estado, aconteceu de 10 a 14 de janeiro de 1973, já com a disputa pelo Kikito, o “Deus da Alegria”, cuja estatueta foi criada por Elizabeth Rosenfeld, grande incentivadora do artesanato gramadense.


 

Redação BarbacenaMais

 

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