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Juíza do TRT3 é eleita para o Tribunal de Apelação da ONU

 A juíza Martha Halfeld será a primeira brasileira a ocupar o cargo nas Nações Unidas em Nova York. LEIA MAIS...

 

GENTE

Juíza do TRT3 é eleita para o Tribunal de Apelação da ONU

A juíza Martha Halfed Furtado de Mendonça Schmidt, titular da 3ª Vara do Trabalho de Juiz de Fora, será a primeira brasileira a ocupar o cargo de juíza do Tribunal de Apelação do Sistema de Justiça Interna das Nações Unidas (Unat), na cidade de Nova York, nos Estados Unidos. Ela foi eleita para o cargo nesta quarta-feira,18, pela Assembleia Geral da ONU, depois de passar por um longo processo de seleção por mérito, que envolveu 180 candidatos de diversos países, com predominância do sexo masculino.

A presidente do TRT da 3ª Região (MG), desembargadora Maria Laura Franco Lima de Faria, parabenizou, em nome dos demais desembargadores e servidores, a juíza Martha Halfeld, "uma juíza brasileira e da Justiça do Trabalho de Minas; com certeza, é motivo de muito orgulho para todos nós".

Para chegar a uma lista de oito primeiros colocados, cujos nomes foram submetidos à votação da Assembleia, foram diversas etapas de seleção realizadas pelo Conselho de Justiça interno da Onu, que envolveram análise de currículo, prova prática, escrita, entrevista realizada em Haia, Holanda. Entre os critérios exigidos pelas Nações Unidas para candidatura ao cargo, estão 15 anos de magistratura, fluência nas línguas inglês e francês, experiência no campo do direito administrativo ou trabalhista, experiência acadêmica relevante, experiência prática em meios alternativos em modo de conflito, com encorajamento das candidaturas femininas. O mandato para o cargo é de sete anos, e são realizadas sessões três vezes ao ano na sede da Onu, em Nova York.

 

O Unat (The United Nations Appeals Tribunal) é uma corte de apelação estabelecida pela Assembleia Geral, para recursos contra decisões proferidas pelo Tribunal de Disputas das Nações Unidas (UNDT) e, além de Nova York, dispõe de sessões também em Genebra e Nairobi. No último ano, o Tribunal, composto por sete juízes, recebeu 400 processos.


Com informações: Seção de Imprensa - SECOM / TRT-MG

 


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