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Gastronomia

Selo Arte do Governo Jair Messias Bolsonaro libera a venda de queijo minas artesanal, mel, lingüiças e embutidos beneficiando 170 mil produtores. Saiba +

O mineiro é assim: vai comendo pelas beiradas. Depois de um decreto do presidente Getúlio Varges que durou 75 anos e vedava vender queijos artesanal, mel, embutidos e derivados longe das divisas de Minas Gerais, a proibição caiu com a criação do decreto Selo Arte. Desde o início do Governo Bolsonaro, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) estuda um série de medidas para implantar o Selo Arte. A situação provocava episódios inusitados.

O queijo da Serra do Canastra venceu dois concursos internacionais na França e nas feiras de lá, quando os comensais procuravam o queijo para comprar recebiam como resposta que só podiam adquirir se viessem a Minas Gerais teriam que que consumir o produto dentro da divisa do Estado. O Queijo-Minas-Frescal, o Queijo Curado, o Queijo-do-Reino praticamente é transportado às escondidas à noite-madrugada para outros estados.

O Selo Arte autoriza que produtos alimentícios artesanais sejam comercializados em todo o território nacional, desde que cumpram as exigências sanitárias, de fabricação e de boas práticas agropecuárias. Embora o selo seja federal, a fiscalização da qualidade dos alimentos caberá aos órgãos estaduais e municipais. Com indicação de origem geográfica, o selo será primeiramente aplicado em laticínios. Em seguida, será estendido a derivados de carne (embutidos, linguiças, defumados), de pescados (defumados, linguiças) e de colmeias de abelhas (mel, própolis e cera).

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