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Barbacena terá mercado central com 50 lojas na Olegário Maciel

Espaço contará com 50 lojas, dentre elas, seis com aluguel-social

Barbacena vai ganhar nos próximos meses, um mercado central. Inspirado nos tradicionais mercados municipais espalhadas pelo País, especialmente no da capital mineira, o empreendimento será inaugurado em abril e contará com 50 lojas. Um cadastro para investidores e lojistas interessados em alugar um espaço no local será aberto nas próximas semanas.

 

A informação é do sócio-proprietário do Mercado Central de Barbacena, Thales Mileto Diniz Neto. Segundo ele, as obras de adequação do galpão de 2 mil metros quadrados na avenida Olegário Maciel, na região central da cidade, tiveram início há cerca de um mês e mais de 60% das lojas já possuem interessados.

“Há algum tempo vinha estudando um empreendimento do tipo. E eu não faria em outro lugar que não neste galpão, pois a estrutura é adequada e a localização privilegiada. A intenção inicial era que estivéssemos inaugurando neste mês, mas as novas medidas de restrição do funcionamento do comércio atrapalharam os planos. Ainda assim, estou otimista e acredito que abril será um bom mês, pois já teremos novo controle sobre a pandemia, pelo menos na região, onde os casos não estão tão elevados”, afirmou o empresário.

Conforme ele, o empreendimento vai contar com uma estrutura completa, incluindo área de convivência com bares, restaurantes e quiosques, e alimentação em geral, com açougue, peixaria e hortifrutigranjeiros da região. Há algum tempo, o empreendedor vem conversando com feirantes e pequenos produtores locais sobre o projeto, como uma forma de os mesmos não ficarem restritos às feiras livres de finais de semana para exporem e comercializarem seus produtos.

Diferenciais – Outros dois diferenciais de mercado serão uma “cozinha-escola” e uma clínica de nutrição. “Para a área de convivência já temos nomes renomados da cidade confirmados, como Tulha do Chefe, Espetos, Pizzaria Real, Jiló com Pimenta e Resenha. E para a “cozinha-escola”, estamos tentando uma parceria com o Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem do Comércio), para aproveitarmos a expertise do Hotel Escola Senac Grogotó (fechado no ano passado)”, explicou.

Quanto à clínica de nutrição, Diniz Neto disse que será comandada por sua sócia no empreendimento, a nutricionista Aline Pinto Coelho Carvalho. Haverá ainda espaço para feiras gastronômicas e shows, estacionamento coberto para 20 veículos e a previsão é que sejam criados 250 empregos diretos. Já o funcionamento está previsto para todos os dias da semana, com horários estendidos de quarta-feira a sábado.

O mercado contará com variados tamanhos de lojas, de áreas de 25 metros quadrados a 6 metros quadrados. Essas últimas totalizam seis unidades e serão disponibilizadas no formato aluguel social, ao preço de R$ 490 por mês. De acordo com o idealizador do projeto, esta é uma forma, inclusive, de ajudar os empresários da cidade diante da crise imposta pela pandemia da Covid-19.

“O custo de uma loja no mercado já é bem menor do que mantê-la em um espaço na rua, montado do zero. Dependendo do segmento, o lojista vai precisar apenas investir nos produtos a serem comercializados, freezer e prateleiras. O aluguel social é mais uma forma de ajudar os comerciantes da cidade a se reerguerem neste momento difícil”, ressaltou.

Por fim, o sócio-proprietário do Mercado Central de Barbacena, disse que já se reuniu com o prefeito Carlos Du (MDB) e que o mesmo se colocou à disposição para auxiliar no desenvolvimento do projeto e que pretende pleitear a isenção do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU), que nesses tipos de empreendimentos são rateados entre os condôminos.


Fonte: Diário do Comércio


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