Sábado 30 Agosto 2014
 

 

  

  

 

 

 

 

 

 

 

 

             

 

 

  

 

 

 

 

 

 

 

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Livro  revela o genocídio ocorrido em Barbacena

"Holocausto" já é um dos 10 mais vendidos no país

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Livro relata o holocausto ocorrido no

 

Hospital Colônia, em Barbacena

 

Após 15 dias do lançamento em Juiz de Fora, Daniela Arbex já é uma das 10 autoras mais vendidas nas listas da revista Veja e jornal O Globo

 

No lançamento em Juiz de Fora, a presença do presidente da Fundac, Fred Furtado, que oficializou com Daniela Arbex o convite para o lançamento em Barbacena no mês de agostoNo lançamento em Juiz de Fora, a presença do presidente da Fundac, Fred Furtado, que oficializou com Daniela Arbex o convite para o lançamento em Barbacena no mês de agosto

 

Num instigante livro-reportagem lançado em 20 de junho, em Juiz de Fora, a premiada jornalista Daniela Arbex resgata do esquecimento um dos capítulos mais macabros da nossa história: a barbárie e a desumanidade praticadas, durante a maior parte do século XX, no maior hospício do Brasil, conhecido por Hospital Colônia, em Barbacena. A autora traz à luz um genocídio cometido, sistematicamente, pelo Estado brasileiro, com a conivência de médicos, funcionários e também da população, pois, no seu entendimento, nenhuma violação dos direitos humanos mais básicos se sustentaria por tanto tempo sem a omissão da sociedade.

O livro mostra que pelo menos 60 mil pessoas morreram entre os muros do Hospital Colônia em Barbacena. Em sua maioria, haviam sido internadas à força. Cerca de 70% não tinham diagnóstico de doença mental. Eram epiléticos, alcoólatras, homossexuais, prostitutas, gente que se rebelava ou que se tornara incômoda para alguém com mais poder. Eram meninas grávidas violentadas por seus patrões, esposas confinadas para que o marido pudesse morar com a amante, filhas de fazendeiros que perderam a virgindade antes do casamento, homens e mulheres que haviam extraviado seus documentos. Alguns eram apenas tímidos. Pelo menos 33 eram crianças.

 

"Holocausto" é um dos 10 mais vendidos no país

 

“Holocausto Brasileiro – Vida, genocídio e 60 mil mortes no maior hospício brasileiro”, da jornalista Daniela Arbex, foi lançado no dia 20 de junho, na Livraria Saraiva do Shopping Independência, em Juiz de Fora; logo após aconteceu o lançamento na mesma rede de livrarias, em Brasília, a capital federal. 

Em Brasília, além do lançamento, Daniela Arbex reuniu-se com representantes do Ministério da Saúde, representantes da Secretaria de Direitos Humanos e Procuradoria do Cidadão. Perguntada sobre este encontro e seus objetivos, a autora disse que ainda é cedo para revelar, mas "Vem novidades por ai..."

Com apenas 15 dias no mercado, "Holocausto" já figura nas listas do 10 mais vendidos da revista Veja e do jornal O Globo, e dia-a-dia o "holocausto ocorrido em Barbacena" torna-se pauta da mídia nacional e chama a atenção do povo para as atrocidades cometidas no Hospital Colônia, tão bem retratadas com profissionalismo e imparcialidade no livro de Arbex. Veja o trailer de divulgação do livro http://www.youtube.com/watch?v=hZSwEuGj1xU

 

  

Nas listas dos 10 mais vendidos, "Holocausto" chama a atenção para a triste história do Hospital Colônia de Barbacena

 

 

O Hospital Colônia de Barbacena:

 

Holocausto brasileiro

 

Trecho de reportagem de Daniela Abex publicada no Jornal Tribuna de Minas

 

Foto: Tribuna de Minas Foto: Tribuna de Minas

 

“Em Barbacena, cidade do Holocausto brasileiro, mais de 60 mil pessoas perderam a vida no Hospital Colônia. (…) As milhares de vítimas travestidas de pacientes psiquiátricos – já que mais de 70% dos internados não sofria de doença mental –, sucumbiam de fome, frio, diarreia, pneumonia, maus-tratos, abandono e tortura. (…) Criado pelo governo estadual, em 1903, para oferecer ‘assistência aos alienados de Minas’, até então atendidos nos porões da Santa Casa, o Hospital Colônia tinha inicialmente capacidade para 200 leitos, mas atingiu a marca de 5 mil pacientes em 1961, tornando-se endereço de um massacre. A instituição, transformada em um dos maiores hospícios do país, começou a inchar na década de 30, mas foi durante a ditadura militar que os conceitos médicos simplesmente desapareceram. Para lá eram enviados desafetos, homossexuais, militantes políticos, mães solteiras, alcoolistas, mendigos, pessoas sem documentos e todos os tipos de indesejados, inclusive doentes mentais.”

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